Archive for the Textos Category

Sobre a profissão de Contador de Histórias.

Posted in artigos, Contação de histórias, Referências, Textos with tags , on janeiro 5, 2010 by contarestorias

Hoje eu encontrei no Blog Diatribe (blogdiatribe.blogspot.com) um texto sobre a profissão do Contador de Histórias. (a minha profissão).

Aqui está o link: http://blogdiatribe.blogspot.com/2005/12/profisso-contador-de-histrias.html

Para quem gosta do assunto, esse texto é um “prato cheio” de boas idéias e comparações interessantes.

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Constituição Federal diz…

Posted in Referências, Textos with tags on janeiro 3, 2010 by contarestorias

Art. 205 – A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Árvores e crianças

Posted in artigos, Cultura popular, Textos with tags , on dezembro 29, 2009 by contarestorias

Apenas um conto sobre a amizade

Posted in Textos with tags on dezembro 19, 2009 by contarestorias

Um dia, numa bela manhã de sol… Um sábio é procurado por seu aprendiz interessado, que lhe pergunta:
– Mestre, qual o significado da amizade?
O mestre lhe aponta três árvores visíveis de onde se encontravam e, responde:
– Observe estas três árvores. São diferentes: numa há flores bonitas e perfumadas; noutra, notamos frutos que chegam a dobrar seus galhos; e na última há somente folhas misturadas num variegar de cores.
Subiram então em um penhasco de onde podiam ter uma visão panorâmica e, o mestre perguntou ao seu aprendiz:
– O que vê você aqui de cima?
– Vejo apenas que essas árvores cresceram próximas e independentes, porém suas copas se fundem, produzindo uma única sombra, respondeu o aprendiz.
O mestre concluiu, então:
– Esse é o verdadeiro significado da amizade: diferenças que crescem juntas, mas que quanto maiores mais próximas ficam, produzindo na força da união uma única “sombra”, um único abrigo, um pomar de refazimento de forças e um refrigério para os olhos, para a alma e para o coração.
Os amigos são como árvores diferentes, mas que crescem próximas; quanto mais crescem, mais se unem, refletindo uma única força, uma nova descoberta a cada encontro; é como a sombra que se dilata quando as copas das árvores se aproximam.

Por Amyr Klink

Posted in Referências, Textos on novembro 28, 2009 by contarestorias

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
Amyr Klink

“As nossas CARAS”. por Amanda Abreu

Posted in Textos on novembro 13, 2009 by contarestorias

13/1/09
As nossas CARAS.

“Obcecado pelo desejo de ser feliz eu perdi minha vida. Movi-me com uma tensão de arco e flecha numa irrealidade de desejos “.

( Clarice Lispector )

Não basta viver, temos é que aparecer. Polêmico, não?! Dia desses conversando com uma amiga discutimos que os álbuns pessoais dos perfis das comunidades de relacionamentos são uma espécie menor de revista Caras.

Parece que entre outras funções mais nobres, o álbum tem a função de exibir o quanto se é feliz.

As fotos postadas muitas vezes são as mais elaboradas, com o melhor sorriso, a melhor maquiagem, a melhor luz, tudo na tentativa de mostrar o glamour em que se vive e/ou glamorizar a própria vida.

Flashes, música alta, pessoas sorrindo abraçadas, a euforia é o tom que remete a felicidade.

Nesta felicidade se esconde a fragilidade.

Como se cada pessoa fosse um produto a ser divulgado e este produto vendesse uma imagem de sucesso ou fracasso.

O sucesso ligado aos números, números de “amigos”, de baladas que se frequentou, de “clicks” que se recebeu, de bocas que se beijou e latas ou se preferir taças que se esvaziou.

Viver e ser feliz parece estar dissociado de tudo, Solidão, silêncio parecem ser algo que não se pode possuir ou almejar.

O som das músicas, das risadas é tão alto que não se pode ouvir nem os próprios pensamentos.

Amanda Abreu Silva